01
mar
mar
Sábado, 4 horas da tarde. Em minha mais espontânea felicidade por poder fazer o que quiser em plenas 16 horas, sento-me no sofá com um balde de sorvete e ligo a TV e me deparo com isso...
Incrível como a minha cara foi de
para
num piscar de olhos!
Os mais atentos devem ter percebido o símbolo no canto inferior direito, o horário e a data. Aos desatentos, era o concurso para musa do Caldeirão do Huck, na rede Globo. Quando eu ia colocar na MTV – que seja lá o que estivesse passando, seria melhor que aquilo -, ouço umas vozes em coro mal organizado lá de trás da sala de televisão:
_NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOO!
Eles vieram correndo. Enquanto um se esfregava na frente da TV, impedindo que eu mudasse de canal, o outro se jogou em cima de mim , pegou o controle e o sorvete da minha mão, me empurrou para o chão, depois se esticou no mesmo lugar onde eu anteriormente descansava. O primeiro correu para o sofá que ainda sobrava e deu um pulo nele, ocasionando um som assustador de “Ploc”. Eram meus irmãos, homens. Sabecoméquié, né?
Podia ter ido para o computador ou ler um livro. Mas fiquei pela harmonia da casa.


Os mais atentos devem ter percebido o símbolo no canto inferior direito, o horário e a data. Aos desatentos, era o concurso para musa do Caldeirão do Huck, na rede Globo. Quando eu ia colocar na MTV – que seja lá o que estivesse passando, seria melhor que aquilo -, ouço umas vozes em coro mal organizado lá de trás da sala de televisão:
_NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOO!
Eles vieram correndo. Enquanto um se esfregava na frente da TV, impedindo que eu mudasse de canal, o outro se jogou em cima de mim , pegou o controle e o sorvete da minha mão, me empurrou para o chão, depois se esticou no mesmo lugar onde eu anteriormente descansava. O primeiro correu para o sofá que ainda sobrava e deu um pulo nele, ocasionando um som assustador de “Ploc”. Eram meus irmãos, homens. Sabecoméquié, né?
Podia ter ido para o computador ou ler um livro. Mas fiquei pela harmonia da casa.
Porque sim?
É, eu não gosto do carnaval! E tantos outros blogueiros também não. O carnaval já até acabou e eu ainda toco nesse assunto desagradável. Mas até hoje – e acredito que até daqui uma semana - o assunto rendeu pano pra manga na TV, só porque meu blog tem pouca audiência eu não posso?
Uma vez eu gostei do carnaval. Quando eu me vesti de cigana e fui pra festa da escola jogar confete e serpentinas nos outros e ouvir músicas como:
“Eu mato, eu mato! Quem roubou minha cueca pra fazer pano de prato!”
“Por causa de uma colombina acabou chorando, acabou chorando!”
“Acorda Maria bonita. Levanta vem fazer o café! Que o dia já vem raiando e a polícia já está de pé!"
Não, não! O meu problema não é totalmente com o carnaval e sim com as pessoas que o compõe.
Eu diria até que existem dois carnavais, o pré-créu e pós-créu.
Pré-créu:
Esse é o chamado “Carnaval Antes-créu”, quando as mocinhas ainda iam vestidas e os mocinhos ainda prometiam levar as mocinhas de volta para suas casas antes das 11:30.
Porque quando se trata disso, não tem problema algum um dia ou outro, mas passa a se tornar exagero quando se trata de uma semana inteira.
Não trabalhar, não estudar, não evoluir. Isso o brasileiro faz durante o ano inteiro. Mas o carnaval é reservado exclusivamente pra isso. Todos – sem exceção - fazem e sentem orgulho de fazer - ou não.
Repito, esse ainda não é o “problema”.
Pós-créu:
O “Carnaval Pós-créu” é quando as mocinhas mandam as mães delas para um lugar que até Deus duvida e os mocinhos levam algumas palmadas de outros mocinhos por terem apalpado os lugares descobertos das suas mocinhas.
Esse sim é o problema.
Essa época faz com que grande parte dos bebês brasileiros nasçam em novembro.
Musicas insinuantes, bebidas alcoólicas, sexo, drogas, violências, bissexualidade explícita e muita camisinha são liberados sem muito “lê-lê” para qualquer um. Quando eu digo “qualquer um”, me refiro também à crianças e adolescentes.
...
A vinda de turistas para o Brasil aumenta a venda de vários produtos, contribuindo para que os comerciantes ganhem mais dinheiro durante o dia para gastar durante a noite.
É, é o único ponto... “positivo” que vejo.

É, eu não gosto do carnaval! E tantos outros blogueiros também não. O carnaval já até acabou e eu ainda toco nesse assunto desagradável. Mas até hoje – e acredito que até daqui uma semana - o assunto rendeu pano pra manga na TV, só porque meu blog tem pouca audiência eu não posso?
Uma vez eu gostei do carnaval. Quando eu me vesti de cigana e fui pra festa da escola jogar confete e serpentinas nos outros e ouvir músicas como:
“Eu mato, eu mato! Quem roubou minha cueca pra fazer pano de prato!”
“Por causa de uma colombina acabou chorando, acabou chorando!”
“Acorda Maria bonita. Levanta vem fazer o café! Que o dia já vem raiando e a polícia já está de pé!"
Não, não! O meu problema não é totalmente com o carnaval e sim com as pessoas que o compõe.
Eu diria até que existem dois carnavais, o pré-créu e pós-créu.
Pré-créu:
Esse é o chamado “Carnaval Antes-créu”, quando as mocinhas ainda iam vestidas e os mocinhos ainda prometiam levar as mocinhas de volta para suas casas antes das 11:30.
Porque quando se trata disso, não tem problema algum um dia ou outro, mas passa a se tornar exagero quando se trata de uma semana inteira.
Não trabalhar, não estudar, não evoluir. Isso o brasileiro faz durante o ano inteiro. Mas o carnaval é reservado exclusivamente pra isso. Todos – sem exceção - fazem e sentem orgulho de fazer - ou não.
Repito, esse ainda não é o “problema”.
Pós-créu:
O “Carnaval Pós-créu” é quando as mocinhas mandam as mães delas para um lugar que até Deus duvida e os mocinhos levam algumas palmadas de outros mocinhos por terem apalpado os lugares descobertos das suas mocinhas.
Esse sim é o problema.
Essa época faz com que grande parte dos bebês brasileiros nasçam em novembro.
Musicas insinuantes, bebidas alcoólicas, sexo, drogas, violências, bissexualidade explícita e muita camisinha são liberados sem muito “lê-lê” para qualquer um. Quando eu digo “qualquer um”, me refiro também à crianças e adolescentes.
Porque não?

...
A vinda de turistas para o Brasil aumenta a venda de vários produtos, contribuindo para que os comerciantes ganhem mais dinheiro durante o dia para gastar durante a noite.
É, é o único ponto... “positivo” que vejo.
Boa semana a todos!